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Rascunhos

Quanto a mim, pois, e a este meu humilde blog, confesso que, imitando o poeta gaúcho Mário Quintana, foi o meio que encontrei para ver-me livre de meus velhos rascunhos. Os rascunhos nos atenazam dia e noite, exigindo sinônimos, reclamando vírgulas, colocando-nos dúvidas sobre Nomenclaturas, ortografia e tantas outras coisas! Arbritários, prepotentes, ao volvermos a eles, impõem-nos hesitações, perguntas e contestações.  O único meio de silenciá-los é publicá-los. Aí, morre o rascunho e nasce o escrito, irretocável; se for errado, ficará errado, se for bobo, bobo permanecerá até o fim dos tempos. Mas ganhamos paz! E, melhor, esvaziamos a gaveta.